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Sesau promove oficina sobre novas tecnologias de controle das arboviroses

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Repórter: Ruana Padilha / Ascom 
Repórter Fotográfico: Marco Antônio / Ascom Sesau 

A I Oficina sobre Novas Tecnologias de Controle Vetorial das Arboviroses ocorre até esta quarta-feira (24) na Ufal

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), em parceria com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), iniciou, nesta terça-feira (24), a I Oficina sobre Novas Tecnologias de Controle Vetorial das Arboviroses. O evento segue até esta quarta-feira (25) e acontece no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Participam da oficina especialistas, técnicos e gestores dos governos federal, estadual e municipais. Além de Arapiraca, o encontro reúne profissionais de Maceió, Rio Largo, Delmiro Gouveia, Coruripe, São Miguel dos Campos, Marechal Deodoro, Penedo, União dos Palmares e Palmeira dos Índios.

Coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses da Sesau, Clarício Bugarim, diz que o encontro visa fortalecer estratégias de prevenção e combate a doenças como dengue, zika e chikungunya

O coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses da Sesau, Clarício Bugarim, explicou que o encontro tem como objetivo fortalecer estratégias de prevenção e combate a doenças como dengue, zika e chikungunya. “É um momento histórico, de incorporação de novas tecnologias no combate ao Aedes aegypti no estado. Com isso, fortalecemos, em todo o território alagoano, as ações contra o mosquito e as principais arboviroses, além de promover mais saúde para a população”, destacou.

Ainda de acordo com Clarício Bugarim, a ação é fruto de uma importante parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde do ICBS da Ufal, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e serviço. “Essa articulação reafirma o compromisso com a qualificação técnica, a produção de conhecimento e o aprimoramento das ações em saúde, unindo a academia e a gestão pública em prol do desenvolvimento científico e da melhoria das práticas no território”, frisou.

Representando a Fiocruz, o pesquisador José Bento Pereira Lima ressaltou a importância da capacitação para a implementação das ovitrampas — armadilhas utilizadas para monitorar a densidade de ovos do Aedes aegypti em pontos estratégicos das cidades. A tecnologia permite direcionar com maior precisão as medidas de combate ao mosquito transmissor das arboviroses.

O pesquisador da Fiocruz, José Bento Pereira Lima, destaca a importância da capacitação na implementação das ovitrampas, armadilhas utilizadas para monitorar a densidade de ovos do Aedes aegypti em pontos estratégicos das cidades

“Essa metodologia de vigilância permitirá identificar as áreas com maior infestação do vetor, possibilitando direcionar as ações de controle e reduzir o impacto das doenças que tanto afetam a população. Com a ferramenta, conseguimos tornar o enfrentamento mais estratégico e eficiente, contribuindo para a diminuição das arboviroses”, pontuou o pesquisador.

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